É na fresta deixada pelos afetos que não se inscrevem, que debutam as palavras que partem ao mundo.
sábado, janeiro 29, 2011
Trailer - a árvore.
(Super-recomendo. É um filme que tem um caráter existencialista muito forte, sendo portanto um prato cheio para a psicologia.)
segunda-feira, janeiro 10, 2011
Das horas para o mundo.
Quando o tempo sai voando
E sem pedir licença
Leva tudo consigo
Isso também é poesia.
A poesia da pressa
E da imperfeição
Que insiste que viver
Não é pedir informação
É andar ligeiro
Submerso na teimosia
De que é preciso
Trocar os versos
As palavras
Mudar as estrofes
Os poetas
O rumo da prosa
E abruptamente
Chegar a um ponto final.
(Antônio Alberto P de Almeida.)
quinta-feira, janeiro 06, 2011
E agora José na voz de Drummond.
segunda-feira, janeiro 03, 2011
Poesia ~ Cinco minutos pra meia noite.
Cinco minutos pra meia noite.
As coisas não estão
Destinadas a ferrugem
Elas apenas secam diante
Da sequência inexorável do tempo
Que,vorazmente, abre espaço
Para a desordem dos fatos
Fruto do ilogismo artístico
Que os seres humanos
Chamam de vida.
O tempo arrastou mais um ano
Para o limbo dos que já passaram
Que figura estranha!
Vive solitária no mundo da lua
E o único sentido da sua existência
É ceder a própria leviandade
Cheia do éter da frieza
Cuja a única certeza que traz
É que quando as coisas param
Elas deixam de existir
E nada pode parar
Ou tudo torna-se pó...
(Antônio Alberto P. de Almeida)
As coisas não estão
Destinadas a ferrugem
Elas apenas secam diante
Da sequência inexorável do tempo
Que,vorazmente, abre espaço
Para a desordem dos fatos
Fruto do ilogismo artístico
Que os seres humanos
Chamam de vida.
O tempo arrastou mais um ano
Para o limbo dos que já passaram
Que figura estranha!
Vive solitária no mundo da lua
E o único sentido da sua existência
É ceder a própria leviandade
Cheia do éter da frieza
Cuja a única certeza que traz
É que quando as coisas param
Elas deixam de existir
E nada pode parar
Ou tudo torna-se pó...
(Antônio Alberto P. de Almeida)
Assinar:
Postagens (Atom)

