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terça-feira, fevereiro 11, 2014

Aforismo Poético Nº 54. Sobre as mudanças.

Aforismo Poético Nº 54. Sobre as mudanças.

Em anos de outrora guardava em mim a profundidade do romantismo simbólico. Partido o desejo sobre o tempo restou o vazio da dissonância entre a alma e a escrita. Uma certa época ausente de denominação. E hoje? Que faço? Versifico sobre a poesia concreta dos silêncios que não são passíveis de serem transpostos ao papel.
(Antônio Alberto P. de Almeida)

Fonte da foto.

terça-feira, outubro 23, 2012

Aforismo Poético Nº 53 Entre os ditames invisíveis.

Existir é estar destinado a nunca escapar do estarrecido, que eclode diante da cena jamais antes imaginada. 
(Antônio Alberto P. de Almeida)

quarta-feira, outubro 17, 2012

terça-feira, junho 12, 2012

Minha poesia e meu aforismo preferidos sobre amor.


 
(Fonte da Imagem.)

A Princesa e o Plebeu.

Tornei-me encantando ao ver em vida a Imperatriz
dos meus sonhos; sonho em lamber o doce mel
do néctar da sua voz; em desvairar eternamente
pelas suas curvas graciosas, dotadas do mais

insano perfume de rosas. Num olhar, fez do meu
coração, meretriz; deixou-me na encruzilhada dos
devaneios; embebedou-me com as suas curtas e
pouco casuais presenças; me fez desvairar nas

crises de abstinência, da sua eterna ausência.
Seria auspicioso crêr nos sonhos; sou um mágico
utopista, querendo transformar o nada em amor;
e a mais bela das margaridas do jardim em Afrodite.

Jamais viveria outros crespúculos tão infinitamente
belos; não pretenderia outras manhãs, tampouco
Rainhas. E as minhas luas seriam todas despojadas
pelos granjeios da perdição dos seus lábios vermelhos.

E pararia para rir dos seus primeiros véus rasgados;
das eternas noites de amor; dos dias de tédio jamais
vistos; do voar das abelhas; dos infinitos sussuros
da natureza e do enfadonho barulho das latas.

Rabiscaria palavras na volúpia das suas curvas.
Traduziria as nossas existências em uma eterna
apresentação circense; pobre é o meu coração
que escolheu a ti, a mais laboriosa das princesas.

Seria um servo da sua vaga tristeza; e se só o
amor não saciasse, eu não prometeria os céus;
lhe daria o mais belo dos carrosseís que fizesse
jus a grandeza da sua eterna opulência clássica

Sou um bobo da corte aprisionado nos labirintos
do mais cínico de todos feitiços do reino: o amor.
Desgraçado! Sempre cometendo obscenidades
torpes; levando almas a vislumbrar sensações

que elas jamais chegarão a provar. Gargalha de toda
a minha desgraça a bruxa cínica e sádica que me
torra em feitiços por ti; e no mesmo caldeirão vedou
seus olhos para uma eterna valsa com outra paixão.
(Antônio Alberto P de Almeida.)





Aforismo Poético XLIII - Do meu coração para o seu.


O amor é a casinha na qual a gente ganha refúgio dentro do coração de alguém...
(Antônio Alberto P de Almeida.)

domingo, maio 20, 2012

Aforismo Poético Nº 51 - Porque quando há intensidade, falta o mundo.

(Tela de Edgar Degas - Dançarinas no Azul.)

Me perco no movimento contrário do mundo, quando percebo que a idéia da intensidade me remete a um prazer profundo, e o tédio da normalidade me condena ao asco e o espanto.
(Antônio Alberto P. de Almeida)

quarta-feira, maio 09, 2012

Aforismo Poético Nº 51, Sobre o amor.



Há sempre aqueles que se perdem do caminho, por onde segue o resto do mundo, quando partem em busca dos amores...
(Antônio Alberto P. de Almeida)

sábado, maio 05, 2012

Aforismo Poético L - Os olhos passageiros.

(Camile Pissarro - Boulevard de Montmartre, na manhã de inverno.)

Se as pessoas olhassem mais para os lados, talvez existissem mais amores no mundo. É uma lástima, que o tempo sempre seja tão ausente, para esta possibilidade. Os olhares são efêmeros, e quando se vão, não voltam nunca mais...
(Antônio Alberto P. de Almeida)

sexta-feira, setembro 30, 2011

Aforismo Poético Nº 49 - Quando o sol se esvai...




Por vezes a poesia tem a estranha mania de atravessar meus espaços de tempo ocupados. Como quando atira meus olhos ao alto, me faz sentir o cheiro inesperado do céu avermelhado e me remete a idéia de que as vezes a simplicidade de um restinho de dia, tem mais valor do que dias inteiros...
(Antônio Alberto P. de Almeida.)

terça-feira, setembro 27, 2011

Aforismo Poético N 48 - Sobre o amor.

O amor é algo que pode existir em diversas dimensões entre a fantasia e a realidade...
(Antônio Alberto P. De Almeida)

quinta-feira, março 24, 2011

Aforismo Poético XLVI Sobre a literatura.



A beleza da literatura não reside na palavra melodramática da prosa, nem na rima poética do verso. Esta se encontra por detrás do muro esbranquiçado, d'onde reside a essência da arte...
(Antônio Alberto P de Almeida.)

Fonte

terça-feira, dezembro 28, 2010

Aforismo Poético XLV - Onde fica o céu.



O teto é a grade que os humanos criaram para se privar do medo, que os seus próprios olhos causavam, quando entravam em contato com a vertigem desproporcional ocasionada pelo deslize dentro do infinito...
(Antônio Alberto P de Almeida.)

quinta-feira, dezembro 09, 2010

sexta-feira, novembro 26, 2010

Aforismo Poético XLIII - Do meu coração para o seu.


O amor é a casinha na qual a gente ganha refúgio dentro do coração de alguém...
(Antônio Alberto P de Almeida.)
(Meu refúgio é o seu coração. Te amo.)

segunda-feira, outubro 04, 2010

Aforismo Poético XXXIX Sobre a sensibilidade


A sensibilidade é uma pá que a gente usa para extrair a essência das coisas...
(Antônio Alberto P de Almeida.)

sexta-feira, setembro 17, 2010

Aforismo Poético XXXXI Sobre as Primaveras

 
                                                                  (Tela de Van Gogh - Noite Estrelada Sobre a Baia)

Se o céu é o tapete que me une a ti, irei até as suas pontas na esperança de que, ao puxá-lo, ele te traga até mim. Estando você aqui, irei abri-lo e estendê-lo sob o seu próprio corpo, para que além de tudo, veja em ti também as estrelas da noite...

(Antônio Alberto P de Almeida.)

segunda-feira, setembro 13, 2010

Aforismo Poético XXXIX Sobre a anti-modernidade.

 (Tela de Manet.)

Há os que cativam apenas pelo prazer de cativar. As vezes me pergunto se eles mudariam de idéia caso descobrissem que cultivar é cativar todos os dias...
(Antônio Alberto P de Almeida.)

sexta-feira, setembro 10, 2010

Aforismo Poético XXVIII

 (Tela de Van Gogh.)

Sobre as gotas d'água das utopias

Quando reprimimos as nossas lágrimas, elas se voltam para dentro e escorrem sobre a nossa própria alma.
(Antônio Alberto P de Almeida.)

quinta-feira, setembro 02, 2010

Aforismo Poético XXVII Sobre os encontros.

 (O Sargento - Monet.)
Sintonia também ocorre em silêncio. Suspeito que a maioria delas jamais sejam descobertas. 
(Antônio Alberto P de Almeida.)

quinta-feira, agosto 26, 2010

Aforismo Poético XXXVI Verso e vida.

 (Tela de Monet - Família no Jardim.)
Melhor do que ser um poeta sem alma  é ser uma pessoa com alma de poeta.
(Antônio Alberto P de Almeida.)